Coca-Cola lança Honest em Portugal | Coca-Cola PT

Coca-Cola lança Honest em Portugal | Coca-Cola PT

A Coca-Cola chega, pela primeira vez, ao mercado das bebidas orgânicas em Portugal com a marca Honest, uma gama de chás orgânicos prontos a beber, com muito sabor e produzidos de forma responsável e sustentável.

 

Com este lançamento, que procura oferecer novas soluções que se adaptem aos estilos de vida atuais, a Coca-Cola em Portugal leva as bebidas orgânicas a todos os públicos e orçamentos. “Queremos que a alimentação orgânica esteja acessível a todos, não apenas com um preço acessível, mas também aproveitando a ampla rede de distribuição da Coca-Cola. Desta forma, o consumidor pode encontrar a marca Honest fora dos canais habituais”, assegura Adelaida Jaquotot, gestora sénior de marcas, Stills & Innovation da Coca-Cola Iberia.

 

Três variedades de chás prontos a beber com certificação orgânica

 

A Honest está disponível no nosso país com três variedades de chás prontos a beber. Todos eles com certificação ecológica, 100% criados a partir de ingredientes orgânicos, sem conservantes ou corantes e com menor teor de açúcar de cana.

 

São três variedades de chá feitos com infusão de 95% de chá selecionado e um toque de fruta e açúcar de cana. As embalagens são de 375 ml, 100% recicláveis ​​e fabricadas com 30% de material vegetal.

 

As variedades de chá disponíveis são:

  • Chá preto com sabor a Limão e Flor de Laranjeira
  • Chá preto com sabor a Frambroesa e Manjericão
  • Chá branco com sabor a Pêssego e Alecrim

 

Crescer com responsabilidade

 

Se voltarmos à história da Honest, encontramos uma verdadeira história de sucesso. Há mais de 20 anos, Seth Goldman, um estudante universitário americano, procurava uma bebida que saciasse a sede depois de praticar desporto, mas todas as bebidas disponíveis lhe pareciam muito doces ou sem sabor. Foi quando percebeu que, se quisesse encontrar a bebida que procurava, teria de criá-la.

 

Desde 1994, Goldman e o seu professor universitário, Barry Nalebuff, partilharam a ambição de inventar uma bebida menos doce, mas saborosa e que se esforçasse para estabelecer relacionamentos honestos com o meio ambiente, fornecedores e consumidores. Em 1998, após uma viagem de Nalebuff à Índia para analisar a indústria do chá, com a qual estava fascinado, a ideia de concretizar o seu sonho começou a ganhar contornos na cabeça de Goldman. Acabou por deixar o seu emprego e dedicar-se a fazer uma bebida de chá na sua cozinha.

 

O cofundador da Honest, Seth Goldman. O cofundador da Honest, Seth Goldman.

Em 2011, a The Coca-Cola Company comprou a Honest após um investimento inicial de 40%, em 2008, o que ajudou a expandir a distribuição da bebida. Atualmente, é marca líder de chás orgânicos nos Estados Unidos da América, enquanto se continua a estender por toda a Europa.

 

“É uma história inspiradora, um exemplo de empreendedorismo com o objetivo de encontrar soluções para as necessidades dos consumidores sem resposta, mas de forma responsável”, afirma o gestor de marca sénior Stills & Innovation da Coca-Cola Iberia. Já como parte da família Coca-Cola, Adelaida Jaquotot, realça que a Honest "continua a manter a sua essência e os seus valores de simplicidade, transparência e honestidade, com Seth Goldman ainda a intervir na tomada de decisões a nível global".

 

Ajudar à expansão de uma 'startup' sem comprometer a sua missão

 

É pouco habitual o fundador de uma empresa permanecer nela após ser adquirida por outra companhia, como é o caso de Seth Goldman com a Honest após a compra pela The Coca-Cola Company. “Muitos dos meus amigos empreendedores perguntaram-me: ‘Porque ainda te manténs aí?” O próprio Goldman revelou a razão, em 2018, numa visita a Madrid para participar em várias conferências sobre empreendedorismo.

 

“Dou três respostas simples. A primeira é que isto é algo que eu sonhei nos primeiros anos da Honest: um dia não estaremos apenas a lutar para permanecer à tona, mas estaríamos a expandir a nossa missão nos mercados internacionais e a atingir consumidores por todo o mundo”. E continuou: “A segunda resposta é porque quero que a marca permaneça tal como foi concebida e, quanto mais tempo fico, mais cresce a oportunidade disso acontecer. E, finalmente, digo que os meus colegas da Coca-Cola ouvem o que tenho a dizer e querem fazê-lo bem. Se eu sentisse que a Honest estaria comprometida e as minhas preocupações não fossem levadas em consideração, não continuaria lá”.

 

Oferecer bebidas menos calóricas, apoiar a agricultura sustentável e criar oportunidades económicas

 

Uma marca na qual cada garrafa estabelece uma declaração de intenções, na opinião da Goldman. “Honest é sempre 'pouco doce' ou até zero açúcar, certificado como produto orgânico e, nos Estados Unidos, possui o selo de Fair Trade, de Comércio Justo, o que significa que pagamos um salário digno aos fornecedores e investimos no desenvolvimento das suas comunidades”, explicou este “ativista do saudável e sustentável no corpo de um empreendedor”, como ele próprio se define. "Portanto", acrescentou, "queremos que cada garrafa incorpore a nossa missão em oferecer bebidas menos calóricas, apoiar a agricultura sustentável e criar oportunidades económicas em comunidades que muitas vezes carecem delas".

 

Um objetivo que, a julgar pelos resultados, a Honest está a alcançar. Nesse sentido, Goldman admitiu que seria falso dizer que nunca duvidou da sua decisão em seguir para a frente com o seu sonho de criar uma bebida diferente, mas em nenhum momento parou de acreditar na Honest e no seu impacto. Algo que a sua família também teve de fazer e à qual atribui grande parte do seu sucesso. “Eu não teria sido capaz de fazer o que fiz durante todo este tempo se os meus não estivessem comprometidos e empolgados com os negócios. Eles apoiaram-me nos anos difíceis”.

 

Apaixonado pelo que faz, à pergunta de como seria o mundo se cada um de nós se dedicasse ao que gosta, o empresário respondeu: “Consegue imaginar? E mais importante, como seria o mundo se as pessoas se recusassem a trabalhar no que é contrário aos seus códigos de ética? O mundo inteiro seria diferente! Entusiasma-me ver como hoje os estudantes universitários têm a aspiração para trabalhar no que gostam, por isso, nunca tive tanta esperança no futuro”.

 

Última atualização: 21/05/2018