A economia circular é um novo modelo de produção sustentável que nasce em contraste do modelo atual: a economia linear.

No modelo de produção tradicional, as matérias-primas tornam-se produtos descartáveis após a sua utilização. Por exemplo: uma árvore torna-se madeira para uma peça de mobília e acaba no lixo quando se estraga ou nos cansamos dela. A médio prazo, este é um modelo insustentável porque os recursos naturais acabam por se esgotar e os resíduos vão-se acumulando no meio ambiente.

Pelo contrário, a economia circular é um modelo sustentável que envolve toda a cadeia de valor. Assim, as matérias-primas são obtidas de forma responsável; os produtos são fabricados de acordo com critérios que facilitem posteriormente a sua reciclagem, existindo uma redução do uso de matérias-primas, como água e energia; são ainda utilizados sistemas logísticos e de transporte mais eficientes, que geram menos poluição e, sobretudo, após o fim da sua vida útil, os produtos são recuperados, graças à reciclagem e reutilizados novamente como matéria-prima, fechando assim o círculo. 

As garrafas PET de Coca-Cola Ibéria não só são 100% recicláveis, como têm PET reciclado na sua composição. E algumas marcas, como a Honest, uma linha de chás e café orgânicos prontos para beber, utiliza a tecnologia PlantBottle, em que 30% do plástico é obtido de fontes orgânicas, tais como subprodutos agrícolas.

Além disso, a Coca-Cola trabalha constantemente para reduzir o peso das embalagens - desde 2010, que as garrafas sofreram uma redução até 35% - e para melhorar a estrutura e os rótulos, de modo a facilitar o processo de reciclagem. Após a utilização, e graças à recolha seletiva dos resíduos, as garrafas podem ser recicladas e o material reincorporado no processo de produção como matéria-prima para novas garrafas.

A economia circular, o futuro

Num mundo em que transformamos cada vez mais rápido os recursos naturais em resíduos, a economia circular é apontada como alternativa para um futuro sustentável. 

Um futuro a que a Coca-Cola quer pertencer, concentrando os seus esforços em quatro áreas principais: trabalhar com fornecedores sustentáveis, inovar para um desenho cada vez mais ecológico e um fabrico mais eficiente, reduzindo o impacto da distribuição, promovendo a recolha e uma reciclagem mais eficaz.