No dia 4 de julho de 1977 vendeu-se a primeira garrafa de Coca-Cola em Lisboa, embora esse momento tenha representado muito mais do que uma simples venda. O ar da liberdade trouxe consigo a abertura do país ao exterior. Naquele ano, iniciou-se a instalação da fábrica Refrige – Sociedade Industrial de Refrigerantes SA – que se localizava em Alfragide, e que em 1978 se instalou em Azeitão.

Hoje, 40 anos despois, a fábrica é um exemplo de modernidade e inovação, e um importante dinamizador da economia portuguesa. Das suas linhas de produção, saem 250 milhões de litros de bebidas de Coca-Cola em cada ano.

No âmbito do seu 40º aniversário, o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, visitou em março a fábrica de Azeitão. “Entrou com a liberdade e persiste até aos dias de hoje, contribuindo para dar eficiência à produção e distribuição num setor muito exigente”, afirma. Cabral foi acompanhado pelo Country Manager da Coca-Cola em Portugal, Rui Serpa, que reforçou que “desde a sua chegada ao país, a Coca-Cola quer afirmar-se como uma Companhia de referência, com expansão em todo o território e lançamento de novos produtos, adaptando-se à evolução das exigências dos consumidores e promovendo cada vez mais um consumo responsável.”

Beber Coca-Cola contribui para a economia portuguesa

40 anos a dinamizar a economia portuguesa
Da esquerda para a direita, Pedro Vinhas, VP da Unidade de Negócio Supply Chain Ibéria; Francesc Cosano, CEO da Coca-Cola European Partners Ibéria; Juan Ignacio de Elizalde, diretor geral da Coca-Cola Ibéria; o artista Miguel Caeiro; Rui Serpa, Country Manager da Coca-Cola em Portugal; e o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, juntamente com a grande garrafa contour decorada por Caeiro para comemorar os 40 anos da fábrica de Azeitão.

E, desde que foi criada em Portugal, a Coca-Cola é um relevante motor da economia do país, gerando um impacto positivo na sociedade. Em relação à questão económica e laboral, a sua contribuição total é de 237 milhões de euros, a sua atividade representa atualmente 0,13% do PIB e emprega cerca de 0,14% da população ativa.

Coca-Cola não gera apenas emprego e rendimentos diretos nos seus locais de trabalho. Compra também bens e serviços a fornecedores locais e as suas bebidas são vendidas através de uma ampla rede de distribuição – supermercados, lojas, hotéis e restaurantes – que, por sua vez, geram empregos e rendimentos.

Também contribui para o desenvolvimento social e ambiental, concentrando os seus esforços na redução do impacto ambiental e na preservação do meio ambiente. Para isso, a sua estratégia ambiental inclui compromissos relevantes em relação a embalagens, água, clima e cadeia de fornecimento.

A visita pela fábrica terminou com um ato simbólico: o ministro da Economia destapou uma garrafa contour de grandes dimensões decoradas pelo artista Miguel Caeiro, mais conhecido como RAM. Uma réplica que permanecerá na fábrica de Azeitão como uma testemunha silenciosa da história da Coca-Cola em Portugal – com réplicas nas restantes zonas do país – e como um sinal de gratidão à grande receção que a Coca-Cola recebeu quando chegou ao nosso país.