Quem não adora viajar? Na verdade, esta paixão é universal: o desejo de sair da nossa zona de conforto e partir para a descoberta de terras desconhecidas tem uma certa magia.

No entanto, por mais emocionante, rejuvenescedor e elucidativo que possa ser expandir os horizontes através de viagens, o verdadeiro sonho para os mais aventureiros é ter tudo isso e, simultaneamente, ser pago.

Para alguns, não é apenas um sonho, é a realidade! Também queres? Então, vê de seguida os testemunhos de três pessoas que juntaram o útil ao agradável, fazendo das viagens a sua vida.

Voar alto: a vida de uma hospedeira de bordo

“Este tipo de emprego oferece um estilo de vida que é completamente diferente do típico trabalho das nove às cinco”, diz a comissária de bordo Rebecca Green. “Adoro ter a capacidade de moldar os meus dias e semanas, para mim é um ótimo equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho.”

Rebecca Green é uma hospedeira de bordo há 18 meses e, segundo a mesma, “o tempo voa quando estás no ar”. Se adoras viajar, este emprego pode encaixar-se que nem uma luva para ti.

“Este tipo de trabalho oferece um estilo de vida que é bastante diferente da típica rotina de trabalho das nove às cinco”, diz Rebecca. “Adoro ser capaz de moldar os meus dias e as minhas semanas. Oferece-me um ótimo equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho.”

Enquanto adora andar de avião, Rebecca reconhece que a vida de uma hospedeira de bordo não é para toda a gente. “Precisas de ser extremamente flexível com a tua gestão de tempo e com a tua atitude em relação às mudanças de última hora e aos novos desafios que ocorrem diariamente”.

Achas que és a pessoa ideal para este trabalho? Rebecca menciona outras qualidades necessárias para ter sucesso nesta profissão.

“Ter uma vasta experiência no atendimento e serviço ao cliente é incrivelmente valioso”, disse. “Mas no geral eu diria que as pessoas naturalmente mais amigáveis e otimistas, que gostam de aprender e que estejam disponíveis para ajudar nas várias tarefas são mais adequadas para este trabalho.”

Dar a volta ao mundo para contar histórias: a vida de uma jornalista de viagens

“Ser uma blogger de viagens oferece-me a liberdade de trabalhar a partir de qualquer local e conhecer pessoas maravilhosas”, aponta Kate Webster. “É uma oportunidade de partilhar as nossas próprias experiências com os outros.”



Kate Webster é uma jornalista de viagens há 4 anos, mas começou a trabalhar na área há cerca de 14 anos atrás quando trabalhou como consultora de viagens.

“A oportunidade de dar uma voz à paixão que tenho pelo mundo das viagens foi o que me atraiu para o meu atual papel como jornalista de viagens”, refere Kate. “Isso – e as oportunidades que tenho de viajar, claro”.

Como qualquer trabalho, há sempre alguns desafios a superar. “Ser uma jornalista de viagens envolve longas horas de trabalho e principalmente a gestão de fusos horários para cumprir os prazos”.

“Muitas vezes dás por ti a lutar para ter acesso a Wi-Fi e ter que pensar ‘fora da caixa’ quando se trata de criar um espaço de escritório improvisado, fora do teu local habitual.”

“Mas se consegues ultrapassar estes obstáculos, a experiência é diferente de qualquer outra”.

“Tens a liberdade de trabalhar a partir de qualquer lado”, refere. “Ser uma jornalista de viagens oferece-me a oportunidade de conhecer pessoas maravilhosas em cada parte do mundo e de experienciar todos os destinos em maneiras que só apenas sonhei.”

A nerd da turma: a vida de uma educadora internacional

“Sou uma verdadeira nerd e acredito piamente que construir um mundo de paz será possível se as pessoas estiveram expostas a outras culturas”, refere Kate Smart.

Depois de passar algum tempo na Jamaica como estudante de Erasmus do ensino secundário, Kate Smart foi inspirada a seguir uma carreira internacional.

“Sou uma verdadeira nerd e acredito piamente que só será possível construir um mundo de paz se as pessoas forem expostas a diferentes culturas”, refere Kate.

Kate integra a divisão de educação internacional de uma universidade australiana, sendo impulsionada pelo seu desejo de ver os alunos ingressar em programas internacionais, seja em casa ou no exterior.

Tendo sonhado desde cedo com um emprego que a permite viajar, Kate só tem motivos para sorrir.

“Tenho amigos chegados em todos os cantos do mundo”, diz Kate. “Considero-me muito sortuda por ter visitado locais maravilhosos – até agora, 35 países!”.

“Eu passo o Natal em Nova Iorque com um grupo de amigos, a passagem de ano em Toronto (Canadá), com outro, e finalmente, uma semana no Hawaii – e isto foi apenas um mês.”

Kate enumera algumas linhas orientadoras e menciona algumas habilidades específicas que irão ajudar-te a entrar com o pé direito numa carreira de educadora internacional.

“Os educadores internacionais são geralmente bilingues e cheios de energia”, refere Kate. “Precisas de ter vivido no estrangeiro ou ter tido uma vasta experiência no exterior e ter uma grande habilidade de adaptação cultural. Se as diferenças culturais te incomodam, estarás constantemente de mau humor.”

Estas profissões podem ser desafiantes, mas não te deixes intimidar! Como já viste, se fores capaz de superar os pequenos obstáculos, podem ser trabalhos muito gratificantes.

Estas profissões podem ser desafiantes, mas não te deixes intimidar! Como já viste, se fores capaz de superar os pequenos obstáculos, podem ser trabalhos muito gratificantes.

E quais são os destinos preferidos das nossas viajantes Kate Smart, Kate Webster e Rebecca Green?

  • Estocolmo, Suécia: “Adoro Estocolmo”, exclama Kate Smart. “É uma cidade maravilhosa e os suecos são fabulosos – lindos por dentro e por fora.”
  • África do Sul: “Já estive na África do Sul nove vezes e cada vez que lá retorno, vejo-a com um novo olhar” refere Kate Webster. “Desde as cidades mais cosmopolitas para as mais belas praias e locais recheados de aventuras com muita adrenalina, África do Sul é um destino muito completo!”
  • Norte de Austrália: “Darwin tem o mais belo pôr-do-sol”, diz Rebecca. “Com um belo prato de camarão e uma bebida bem gelada, é como estar no céu. Tenho que me relembrar constantemente de parar de tirar fotografias, colocar o telemóvel de lado e apenas desfrutar do momento.”