Apelamos ao Governo para que não avance com o imposto sobre as bebidas refrescantes e que inicie, em articulação com a indústria, uma avaliação completa do impacto socioeconómico da medida, que sirva de base a um futuro plano programa nacional de combate à obesidade. 

Reforçamos a disponibilidade para trabalhar com o Governo na conceção de uma política eficaz de combate à obesidade, salvaguardando simultaneamente o legítimo interesse dos colaboradores e parceiros da indústria e as comunidades envolventes e a necessidade de aumentar as receitas fiscais.