Este ano assinala-se o décimo aniversário da Hora do Planeta. Para celebrar, elaborámos um cronograma para mostrar como a Hora do Planeta cresceu na última década e tornou cada ano ainda mais especial.

No dia 31 de março de 2007 às 19h30 (hora local) mais de 2 milhões de pessoas desligaram pela primeira vez as suas luzes durante uma hora em Sydney, Austrália. Com o movimento de milhões de interruptores, a Hora do Planeta começou. Uma década depois, a Hora do Planeta da World Wildlife Fund (WWF) é o maior movimento global para o bem-estar do ambiente.

O objetivo da Hora do Planeta é reunir pessoas, comunidades, governos, em suma todo o mundo para lutar contra as mudanças climáticas. Desde aquela primeira vez, em 2007, que o mundo inteiro se une por uma causa comum.

Para celebrar o décimo aniversário, vê a jornada da Hora do Planeta: de apenas uma cidade até 179 países.

Hora do planeta

Ano | 2007

Países | 1

Faz de 2017 um ano recorde. Celebra a Hora do Planeta, dia 25 de março às 20h30

Hora do planeta

2007 | Da cidade mais brilhante ao local mais escuro

Em 2004, uma equipa da WWF Austrália e uma agência de publicidade australiana pretendiam encontrar uma maneira de envolver o povo australiano para agir sobre a questão das alterações climáticas. Três anos mais tarde, após vários planeamentos e pesquisas, 2.2 milhões de pessoas em Sydney, uma das mais brilhantes e movimentadas cidades do mundo, desligaram as luzes durante uma hora. O resto, como dizem, é história.

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2008 | A Palavra espalha-se pelo mundo

Quando 2.2 milhões de pessoas desligam as suas luzes em simultâneo é um acontecimento que não passa despercebido. Na verdade, recebe muita atenção. No ano seguinte, mais 34 países, e 371 cidades no total, participaram na Hora do Planeta. A palavra espalhou-se, e a Hora do Planeta estava a deixar a sua influência pelo mundo inteiro.

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2009 | WWF e a Hora do Planeta tornam-se globais

Em 2009, a WWF e a Hora do Planeta atingiram outro patamar e a palavra espalhou-se ainda mais. 88 países, 4,000 cidades e milhões de pessoas participaram no acontecimento que se tornou global. Mais pessoas se uniram, mais eventos ocorreram e mais luzes foram apagadas – incluindo as da sede das Nações Unidas, em Nova Iorque!

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2010 | Locais emblemáticos “desligam-se”

Quanto mais países aderem à iniciativa, mais locais emblemáticos desligam as suas luzes (já atingimos um total de 128 em 2010). Durante os primeiros quatro anos de existência da Hora do Planeta, em toda a parte desde a Ópera de Sydney, à Câmara Municipal de Londres e até mesmo o Coliseu foram escurecidos. Em 2010, desligámos alguns pontos de referência da Coca-Cola em todo o mundo para mostrar o nosso apoio. Não há nada como ver os locais bem conhecidos completamente às escuras: é um acontecimento verdadeiramente inédito.

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2011 | Uma projeção de luz impulsionada pelas pessoas

Em 2011, enquanto os 135 países estavam a desligar as suas luzes, o icónico Royal Albert Hall foi iluminado. Mas, não te preocupes… foi feito de uma maneira eco amigável para a Terra. 60 ciclistas pedalaram o máximo possível para manter aceso um projetor de luz. A projeção iluminou o famoso local de Londres com um filme a mostrar a importância de proteger o nosso planeta. Este evento resumiu aquilo que está na génese da Hora do Planeta: pessoas unidas para proteger a Terra.

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2012 | Uma pista de dança movida pelas pessoas

O poder das pessoas na Hora do Planeta teve ainda muito para mostrar. Na verdade, teve muito ainda para cantar e dançar. 2012 foi um ano de celebração, com 152 países a unirem-se contra as alterações climáticas. No Reino Unido, os músicos tocaram concertos acústicos em todo o país e uma pista de dança acionada pelas pessoas deu luz à festa.

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2013 | Os heróis recebem a sua recompensa

A Hora do Planeta continua a crescer, com 157 países envolvidos. No Reino Unido, os “heróis ocultos” da sustentabilidade foram recompensados em 2013. Esses heróis escondidos eram pessoas que trabalham arduamente nos bastidores para abordar as questões da sustentabilidade e do meio ambiente em escolas, locais de trabalho ou comunidades locais. Os vencedores foram todos convidados para uma cerimónia exclusiva e receberam 500 dólares para beneficiar uma iniciativa “verde” às suas escolhas. Nem todos os heróis usam capas, mas se estes nossos usassem… seriam verdes.

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2014 | Selfies com pandas

Em 2014, 162 países participaram na Hora do Planeta e 60 pandas apareceram em todo o território do Reino Unido para tirar selfies como parte da campanha #PassThePanda. Estes pandas fotogénicos ajudaram a aumentar a consciência sobre a Hora do Planeta e os projetos globais da WWF e, sem dúvida, despertou muitos sorrisos. E, antes que perguntes… eram pessoas com fatos de panda.

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2015 | Um recorde no Reino Unido

Em 2015, participaram 172 países mas foi um ano especial para o Reino Unido, que bateu o seu próprio recorde de número de pessoas envolvidas na Hora do Planeta, com 10,4 milhões de indivíduos a participar.

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2016 | A Hora do Planeta nas redes sociais

O ano passado presenciou dois acontecimentos: foram 179 os países que se desligaram durante uma hora, enquanto a Hora do Planeta foi tema de conversa nos meios de comunicação. É seguro afirmar que este projeto assumiu a sua esfera social no inicio de 2016, com a hashtag a atingir mais de 2,5 milhões de impressões nos meses que antecederam o evento. A Hora do Planeta não uniu apenas as pessoas em redor do mundo: reuniu também o mundo virtual, através das redes sociais.

Mais que uma hora

À medida que nos preparamos para o evento de 2017, é importante relembrar que a Hora do Planeta é um compromisso que representa mais que uma hora por ano: faz parte de um movimento que ocorre durante todo o ano para ajudar a proteger a nossa Terra.

A Hora do Planeta não leva apenas as pessoas a agir sobre as mudanças climáticas: trabalha para ajudar as pessoas em todo o mundo. Forneceu às famílias na Índia energia solar. Deu às comunidades afetadas pelo tufão Haiyan barcos inteligentes para o clima. A Hora do Planeta e a WWF estão constantemente a trabalhar para ajudar o planeta Terra.